terça-feira, 7 de julho de 2015

Diante do Brasil em que vivemos.

Sim, já tem tempo que não coloco minhas frustrações aqui. Muitas coisas estão rolando na minha cabeça. Muitas coisas estão rolando na minha vida e no meu país.
Sinceramente, muitas coisas com as quais jamais pensei que viveria para ver.
Um ódio exagerado, uns contra outros, um pandemônio, o povo fazendo justiça com as próprias mãos.
Medo. Sim, tenho medo. Principalmente, medo das pessoas que se julgam "de bem".
Se ser "de bem" é apedrejar meu próximo pois ele não tem a mesma religião que eu, eu não quero ser "de bem".
Se ser "de bem" é implantar uma lei que vai mandar crianças para o extermínio, eu não quero ser "de bem".
Jesus, volta logo. 
Ou não, vai que a gente te crucifica de novo.
Sim, minha gente, Jesus andava com as minorias. Sem religiosismos da minha parte, mas o cara era das quebradas mais humildes, não julgava, acolhia. 
E pelo que tenho visto, as pessoas que dizem o seguir são as que mais apontam e não toleram o povo com quem Cristo andou e andaria nos dias atuais.
Sem falar na mina que se agarrou ao simbolo de sofrimento maior de todos os tempos: a cruz. As pessoas não sabem que muitas pessoas foram parar na cruz antes e depois de Cristo??
Parece que não. Sim, meu caro, era um castigo bem comum naquela época e até hoje. Claro, que com uma nova roupagem, mas ainda somos crucificados diariamente. E a menina de uma minoria assolada, num desejo de trazer o seu sofrimento, (assim como Jesus, da minoria lembra?) para nos mostrar o quanto mal e injustiças cometemos foi alvejada por intolerantes.
Na verdade, intolerância é o que mais tenho visto no contexto de meu país. 
E não venha me dizer na intolerância aos cristãos, cara isso não existe. Acorda.
Afinal, não importa meu caráter, mas sim a cor da minha pele, com quem durmo, o que eu fumo, o que eu bebo, o que eu como, o que eu visto ou o órgão genital que nasci que deve ser levado em consideração.
Medidas rápidas, nem sempre funcionam. O que a "suposta" maioria deseja, nem sempre é a melhor saída (afinal, Hitler tinha o apoio da maioria da Alemanha). 
Gente, vamos acordar e pensar racionalmente, por favor?
Ainda dá tempo de arrumar a nossa bagunça.

FUI.


quinta-feira, 28 de maio de 2015

Diário de uma mestranda em colapso #1

Acho que não é segredo pra ninguém que faço mestrado (em História e sou formada em História também), que já estou no segundo, que tenho até março de 2016 pra terminar o curso. Que a minha pesquisa gira em torno de professores recém formados em História, bem todos que me conhecem já devem saber disso. Muitos passam pelo pelo período que eu.
Só que o que quase ninguém sabe é que não é nada fácil, fazer mestrado, a pós graduação que for. Não é mesmo. Pois o que tu teve quatro anos de graduação pra realizar, tu vai ter a metade no mestrado.
Muita pressão pra escrita, muita dedicação a escrita. Pouca vida social. Família e amigos terão que ser muito pacientes, pois não vai ser moleza. Nem um pouco.
É bom? É. Vale muito a pena para realizar o meu sonho, mas cansa.
E não cansa só corpo, cansa a alma. 
Eu leio, leio, leio, leio e leio mais um pouco, mas nunca tá bom. Ai eu leio mais e mais. E na hora de escrever não sai nada. 
Parece com tirar leite de pedra.
E isso tem me deixado muito ansiosa, nervosa, cansada.
Por enquanto tenho que qualificar o trabalho, que é apresentar a proposta do trabalho pra uma banca avaliadora e essa vai decidir se eu sigo na pesquisa e o que tenho que modificar. 
Mas mesmo assim, muita pressão :/
Estresse e nervosismo.

FUI.

segunda-feira, 16 de março de 2015

Vinte e seis.

Parece que foi ontem que fiz um apanhado de 2014 e já estamos em março.
E já estamos mais velhos, eu em especial.
Hoje, me olho no espelho e já não sou mais a mesma.
Um pouco mais velha, um pouco mais polida, um pouco mais...
Tem sido difícil encarar essa nova versão diariamente, pois não me sinto tão madura quanto minha idade cronológica exige.
Conheço pessoas que com a minha idade já se estabeleceram financeiramente, tem família... E quanto mais o tempo passa mais isso se torna estranho pra mim.
A tão desejada independência dos pais, a sociedade cobrando filhos, eu me cobrando mais conhecimento, mais vida!
Completo 26 anos, e tu deve estar dizendo: "mas ainda é bem jovem!" E de fato, sou. 
Me sinto jovem, sinto que ainda tenho muito a conquistar, mas ao mesmo tempo parece que não.
Pode ser besteira da minha cabeça, mas sempre fui muito critica comigo mesma. E conforme os anos se passam eu fico mais cricri...
Mas hoje é dia de comemorar!
Vinte e seis anos, não posso deixar de agradecer pessoas especiais. Meus pais, pois são a base de tudo que sou hoje, suporte financeiro e emocional para todas as horas. As minhas irmãs, que mesmo com tantas brigas, sempre estão comigo. Meus amigos, de longe e de perto são parte fundamental nessa minha construção. Ao amor da minha vida, não tenho nem palavras para expressar o teu companheirismo. E junto com ele, ganhei mais uma família. 
Não citarei nomes, são vinte e seis anos de história, não sobraria espaço para todos. Vocês são especiais, amo cada um!
Tenho muito o que agradecer.
Tenho muito mais a conquistar.
E hoje mais do que nunca eu me amo, exatamente, do jeito que eu sou. 

Que a vida não se finde nunca.
Obrigada a quem lê. Continue comigo, esse blog é um desabafo pra essa (ainda) menina cheia de caraminhola na cabeça.



FUI.

domingo, 28 de dezembro de 2014

E 2014 já se foi...

Como passou voando esse ano. Vocês também sentiram?
Algumas pessoas pensam que não, mas pra mim foi um piscar de olhos e cá estava o Natal novamente. 
E novamente não me dediquei ao blog como gostaria e deveria. E novamente fiz um monte de promessas que não cumpri. E novamente me encontro tentando trazer uma retrospectiva deste ano tão bom e tão ruim pra mim.
E pensando bem, muitas coisas boas aconteceram mesmo!
Eu consegui ingressar no Mestrado. Não o que eu queria originalmente, mas o que não me arrependo nenhum momento de ter sido. E neste curso, eu conheci pessoas maravilhosas, boas, amigas e aprendi muito com elas. Minha turma querida, que em 2015 possamos aprender e crescer mais juntos!
Eu vi pessoas se afastarem, pessoas se aproximarem, pessoas ficarem.
Eu aprendi a ser Dinda, não completamente, mas de coração tenho me esforçado.
Perdi uma grande amizade, que carregarei sempre no meu coração.
Aprendi que amar é muito mais do que eu pensava ser. E agradeço ao André por me mostrar tantas coisas boas. Sim, ele me irrita. E sim, eu ainda amo estar com ele.
Eu me transformei no Hulk tantas vezes e depois de algumas delas, percebi que não valeu a pena. Outras sim.
Eu fui ao cinema, muitas vezes. Muitos filmes bons, outros nem tanto!
Eu descobri minha verdadeira luta contra o machismo, e descobri que a educação é a única saída para este mal e tantos outros males.
Eu acompanhei a gestação da minha irmã mais velha de longe, o que foi doloroso e esperançoso ao mesmo tempo. Valentina nasceu neste ultimo mês do ano, cheia de vida! Sou tia!
Fiquei sem grana, ainda estou sem... Mas sei que estou plantando algo bom! E nisso, agora consigo encontrar algo bom: ser menos consumista e mais consciente!!!
Tentei várias vezes encontrar a paz interior, mas vou continuar procurando!!
Me estressei e muito. Chorei e muito. Ri e muito.
Não dancei o quanto gostaria, não viajei o quanto gostaria, não trabalhei o quanto gostaria, não fiz muitas coisas que gostaria.
Me senti presa, me senti uma estranha no ninho, me senti contra o mundo.
2014, foi um ano que não passou em branco. 
Fiz e não fiz muitas coisas!
Deveria reclamar menos e agradecer mais!
Não posso elencar o que mais me fez feliz, pois a  felicidade é feita de momentos bons com pessoas que gostamos e isso eu tive, eu vivi. 
A máxima: "Um dia vou dizer que consegui!" não valeu pra mim. Pois eu consegui! Consegui a cada dia crescer como pessoa, a cada dia eu consegui vencer uma batalha, a cada dia eu vivi algo diferente, a cada dia eu me senti viva! 
Muitos dias me senti nada, faz parte. Os dias devem ser reflexões e a cada dia devemos apresentar versões novas de nós mesmos.
Que 2015 venha. Venha com a esperança de dias melhores e dias piores (sim, estes são importantes!).
Que 2015 venha pra eu conhecer a Valentina. Pra eu conhecer minha/meu nova/o cunhada/o!
Que 2015 venha! E dessa vez sem muitas promessas, simplesmente com força de vontade.
Que 2015 venha!
Do jeito que vier.

Nos vemos.


Fui.

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Tudo que eu quis escrever aqui...

Já faz um bom tempo que não tenho vindo aqui... Por duas razões mais fortes, a primeira: estou muito atarefada com o mestrado (mas tá tão bom!) e a outra é que não tenho tido muita inspiração (apesar de me revoltar com muitas coisas durante esse tempo).
Mas, enfim, cá estou... E essas últimas noites, me deito e fico pensando no que escrever aqui.
Há tantas coisas legais (e chatas) que eu poderia dividir, mas nunca me vem exatamente algo bacana pra compartilhar.
Esse post, não terá nada de tãão interessante assim, então pode parar por aqui se tu já encheu o saco... ;*

Desde de que criei o blog, este tem sido um refugio para a minha vida (atribulada, triste, feliz) e tudo que esta envolve. Eu criei este espaço para poder dividir meus sentimentos com alguém (contigo) que fosse ler e se identificar com o que há aqui. 
Esse post é pra expressar tudo que eu quis escrever aqui.
Eu queria saber escrever mais, com mais cautela...
Não sei... 
Queria me fazer entender melhor, muitas vezes. 
Mas, às vezes é no meu silêncio que se encontra o grito de socorro.



Escrevi ouvindo: Back to Black- Amy Winehouse!

FUI.

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Sobre escolhas.

Na verdade tenho pensado muito sobre as escolhas que tomamos na vida, as que eu tomei principalmente.
Fico imaginando se meus amigos e familiares tivessem tomado outros caminhos, o que teria acontecido? E se eu tivesse levado minha vida de outra maneira, como eu estaria hoje?
Essas coisas ficam na minha cabeça, martelando sem parar... Talvez tu ache inútil, mas a minha cachola não pára nunca! 
Eu gosto do rumo que as coisas levaram e estão me levando, eu acho. Eu me graduei, estou concluindo uma especialização e ingressei no mestrado, muita gente não teve ou tem essa mesma sorte ou persistência.
Pois eu me considero persistente. Muitas adversidades eu encontrei no meio do caminho e só Deus sabe o quanto mais eu tenho pra enfrentar. E nem por isso eu desisti do meu sonho.
Meu sonho, que bonito! Sonho que graças aos meu pais, e só eles, eu tenho a chance de conquistar.
Sonho esse que eu tenho agarrado com as duas mãos e os dois pés pra não escapar, pra eu não me corromper perante ofertas rápidas de sucesso.
Então por mais que eu reclame  o dia inteiro sobre como as coisas vão ruins (questão de grana, principalmente), quando eu deito minha cabeça no travesseiro a primeira coisa que faço é agradecer essa chance e peço a Deus que não me desvie da escolha que eu fiz.
Isso não é sobre fé, ou nada parecido, cada um acredita no que acha melhor. Ou sobre o rumo que as pessoas dão as suas vidas.
O que quero ressaltar e deixar registrado pra mim mesma é que eu não posso desistir agora.
A minha escolha é essa,  custe o que custar!

Persistência sempre.

FUI.

terça-feira, 22 de julho de 2014

Meu querido diário!

Meu querido diário vou te destruir!
O que?
Sim, melhor diário, livro que já ganhei na minha vida!

 
Pois é, minha gente! Hoje o post é um pouco diferente, é sobre o meu querido Diário. Esse livro da Keri Smith é pra fugir da leitura obrigatória ou do perfeccionismo! Sim, já que tu tens que ir destruindo aos poucos as páginas do livro. Cada uma vem com alguma instrução diferente, desde desenhe sem medo até tome banho com esse diário! 
E pra mim, tem funcionado como válvula de escape do dia-a-dia, apesar de ainda não ter tido coragem para algumas coisas, ele é libertador, ACREDITE.
Eu ganhei de presente do meu amor e, simplesmente, foi o melhor presente EVER!!!!!
Bem, espero que anime algum de vocês a comprar ou pedir de presente, pois vale muito a pena :D



FUI.

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Para sempre?

Um velho sábio escreveu: "amizade é um amor que nunca morre", ultimamente tenho pensado muito nessa citação.
Estou enfrentando algo que nunca imaginei, a separação.
O ato de se separar é incrivelmente desgastante, o fato dessa separação acontecer entre outras duas pessoas que amo muito é triste.
Pessoas se separam o tempo todo, todos os dias, mas eu nunca presenciei ou me afetei com isso.
O laço que imaginei que teríamos está abalado, mesmo que eu não esteja me separando de alguém, eu sinto. Eu sinto muito.
Me faz refletir sobre coo eu levo a minha vida, até que ponto o orgulho importa, será mesmo que a amizade é o amor que nunca morre, me faço esses questionamentos a cada segundo.
As pessoas são diferentes, encaram a vida de maneiras diferentes, não sou nada pra julgar alguém. Somente me sinto triste.
Mas onde está o "amigos para sempre"?
Eu realmente espero que lá no fundo de cada uma dessas pessoas ainda exista a lembrança do que um dia foi a nossa amizade, pois em mim estará sempre vivo!




FUI.

domingo, 8 de junho de 2014

Um fato sobre mim.

Vendo algumas blogueiras e vlogueiras fazendo a Tag 50 fatos sobre mim, fiquei pensando em mim e em alguns fatos interessantes...


cri... cri... cri... cri... cri...

Não sou a pessoa mais antenada do mundo, não tenho medo de morrer, não tenho uma máquina do tempo secreta, ops...! Tenho minhas facetas, quem não tem?
Mas o fato que achei mais latente em mim é que eu estou sempre estressada. Eu disse Sempre!
Tipo qualquer coisa me irrita.


Hulk, te entendo buddy! ;)

Muitas vezes eu finjo que tá tudo lindo, mas na verdade eu estou um vulcão prestes a explodir! ahauahuahaua Vão me achar uma doente, nem sempre. Às vezes.


Era isso.
FUI.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Duas meninas e a calçada.

Hoje estava passando de ônibus por uma rua que me fez ter várias lembranças de um passado. Pode ser um passado que eu não tenha vivido e que talvez sim, pode ser um passado remoto ou recente. 
O importante foi que através das janelas sujas do ônibus eu vi duas meninas, ainda na sua inocência de meninas. Comendo salgadinhos e bebendo refrigerante como em um comercial, pareciam tão bonitas! 
Essa cena tão simples em um cotidiano tão simples não me era estranha, eu já havia visto antes. Não só visto. Tantas vezes que hoje eu só consegui era lembrar de duas meninas.
As duas meninas que conheci há algum tempo, poderiam ser muito semelhantes às meninas que vi hoje, mas nunca iguais. Uma menina nunca é igual a outra, a alma é diferente. 
A adolescência para uns é um período despercebido, mas para aquelas duas meninas que conheci em algum momento a adolescência foi uma transição nada simples.
A inconstância estava sempre presente.
A calçada também.
Os salgadinhos, o refrigerante, os amigos.
O calor, o frio, a chuva e o sol tudo passava mas a calçada estava lá.
Na minha cabeça sempre, duas meninas e uma calçada, as vezes uma terceira aparece.
Uma música tema dessa cena. A terceira sempre a pentelha, a irritante.
As duas meninas sempre fortes. Inabaláveis em sua fraqueza, tão sensíveis em sua fortaleza.
Complexas em sua simplicidade. 
Ah se essas duas meninas soubessem o que lhes aguarda a vida! Se elas soubessem não chorariam tanto? Duvido, as lágrimas cairiam de felicidade. Se soubessem se importariam menos? Muito mais. 
Ah se essas duas meninas sentadas na calçada olhassem com mais calma já teriam visto seu futuro, não com tanta precisão, mas em sua essência.

Dedicado à Camila Schuck, minha companheira de calçada.
(Escrevi ouvindo Ainda Lembro da Marisa Monte)

FUI.

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Mudar as folhas.

Mudar é uma palavra que sempre assusta, por menos que seja essa mudança.
Mudança significa sair da sua zona de conforto e transformar uma situação, ou simplesmente deixá-la.
Deixar de lado, esquecer ou abafar também é mudar.
É preciso.
Precisamos de transformações diárias e intimas, afinal de que serve a vida?
Para mim a vida é um eterno trocar de folhas, como uma arvore. Que a cada estação ou um vento mais forte apresenta nova configuração.
Somos uma arvore, sempre em construção e desconstrução.
Contudo, permanecer com as raízes fortes e concisas é muito importante.
Manter a sua essência durante a vida é essencial, redundante não?!

Mude, e mude de novo e novamente se necessário, mas mantenha os pés no chão.

terça-feira, 6 de maio de 2014

Um dia cansa.

Ela vivia uma vida segura. Feliz dentro dos moldes e estruturas impostos pela sociedade.
Ela vivia um sonho sem saber se aquele era realmente seu sonho.
Ou nem se questionava sobre a vida que ela vivia.
Ela se sentia como se pertencesse àquele mundo e obedecia exatamente todas as regras, sem contestar.
Ela era a menina perfeita, estudiosa, trabalhadora, comportada, não bebia nem fumava.
Ela era orgulho para a sociedade.
Tudo era bom.
Tinha um contrato de matrimônio, que estabelecia suas atribuições e dizia que deveria durar eternamente. E ser mãe é uma dádiva.
Mas um dia um passarinho, pousou em seu ombro e sussurrou que a sua vida não era sua.
Então ela começou a perceber que as suas vontades não eram respeitadas.
Ela viu que sua vida não tinha cor, sabor e cheiro
Viu que seguia modelos prontos e pensamentos ultrapassados
Um dia ela cansou de, simplesmente, viver aquela vida.
Um dia de sol ela colocou uma mochila nas costas e foi viver.
Mesmo que de um jeito diferente e não aceito pela maioria, ela foi ser feliz.



Fui.

domingo, 12 de janeiro de 2014

O consumismo me consumiu. 2014 é nós!

Então, mais um ano começou e mais uma vez não estou de férias, pelo contrário estou estudando feito louca. Praticamente um zumbi, mas enfim... O post sera sobre meu consumismo, que anda meio caidinho no momento. Mas por falta de grana e mais, muito mais falta de tempo faz TEMPO, que não compro nada. NADA, gente!! E não, não sou adepta a compras pela internet, gosto de experimentar. Faz tempo que não compro nada pra mim, pro meu próprio bem, pra satisfazer meu consumo. E por isso escrevo, pra desabafar (mais uma vez) que isso está me deixando muito incomodada. Mexo nas minhas coisas e não vejo nada que eu tenha me dado. Claro, tenho algumas peças novas no armário por consequência do natal, mas não é a mesma satisfação de olhar algo e pensar: putz, isso eu me comprei!!
Pois é, tu deve pensar: mas que guria fútil, não pensa em mais nada!
Não é bem assim não. É por pensar demais que acabo precisando de um momento de futilidade na minha vida. Pronto falei.
Há muitas causas pelas quais luto e me identifico, mas um delas não é ignorar um mundo de opções que tem por ai!

Bem, voltando ao ano novo, já que este é o primeiro post de 2014. Espero que seja muito proveitoso e que eu consiga desabafar sempre por aqui.

É isso, obrigada a ti que lê e se identifica.

FUI.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Retrospectiva 2013!

Já passado um mês desde minha ultima postagem, mas parece que passou um ano inteiro. Na verdade o ano tá em seu fim, sim. E como este ano, para mim, foi recheado nada mais justo do que relembrar.
O começo do ano não foi marcado por férias, não. As universidades federais ainda estavam tendo aula, assim como este ano, devido a uma puta greve. Greve que atrasou minha formatura, mas me deu mais tempo para escrever meu tcc :) Enfim, entre recessos e tcc e praia e piscina, começou meu 2013!
Em fevereiro nasceu minha cunhada, Alice. Sim, eu tenho uma cunhada de 10 meses e linda de viver, por quem desde a barriga sou apaixonada :D
Finalmente me formei, aos trancos e barrancos. Com muito estresse, mas com muita felicidade também vi meu grande sonho se tornar realidade. Tive o apoio da minha família (obrigada por tudo!), o apoio do meu namorado (que me aturava, mesmo quando me transformava em Hulk) e da família dele e, claro meu CCTZ! Esse momento foi realmente muito importante e sem cada pessoa que tive ao meu lado não seria a mesma história!
Outra notícia boa me chegou um pouco depois, a aprovação em meu primeiro concurso público (ainda não fui chamada, mas só de saber que passei numa prova que fui fazer de ressaca no dia seguinte a minha festa de formatura e sem ter estudado, já é um bom motivo pra ficar feliz!)!!!
Infelizmente os meses que se seguiram não foram tão felizes assim, fiquei sem grana e perdi um grande amor na minha vida. Meu padrinho, hoje é mais uma estrelhinha no céu.
Fiquei, realmente sem grana e isso é algo muito ruim.
Vi o Brasil se mobilizar em prol de algo maior que seu umbigo! E movimentos sociais, começaram a fazer mais sentido na minha cabeça, mesmo que agora tenha tudo voltado a mesma.
Depois disso, o ano só foi de muito estudo, zero grana hauahaua, mas tive sempre ao meu lado pessoas boas.
Encontrei na Bruna, uma colega da faculdade, este ano uma grande amiga e incentivadora. Obrigada Bruna!
Enfim, em um piscar de olhos o ano já se foi e 2014 está ai, prometendo muitas coisas boas!
Eu só agradeço por todo aprendizado e superação que 2013 me trouxe e pelas pessoas boas que tive  no caminho.
Não foi nada extraordinário, mas foi meu! Eu caminhei, eu vi, eu acreditei e eu vivi!
2014, chega logo seu lindo pra sermos muito felizes juntos!

PS.: André e eu fizemos dois anos juntos, te amo meu amor!


FUI.

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

The Burning House

Vi no blog da minha colega Giovana (http://vireodisco.wordpress.com/) o tal do Burning House, curti o dela e fui ver o que realmente é. Achei tanta coisa bacana e de gente de tantos lugares.
Me deparei com a indagação: o que eu levaria se a minha casa estivesse pegando fogo?
Muito difícil.... Difícil mesmo, pois eu não saberia agir pela praticidade, eu simplesmente me deixo levar pelas emoções.
Aceitei o desafio e olha no que deu!

1. Bolsa do Domo Kun ( meu namorado me deu, Domo Kun é um mascote de um canal japonês)
2. Bolsa de uma loja chama Litlle Miss Mached (meu namorado me trouxe de NY)
3. Um par de alpargatas, foi a ultima coisa que me comprei e já virou xodó
4. Wall-e, Seu Madruga e Angry Bird de pelúcias
5. Vestido de Moranguinho que minha vô me fez para meu primeiro ano
6. Um macacãozinho dos anos 80
7. Uma saia de bolinha branca, também de NY
8. Minha necessaire
9. Meus objetos da História: moleton, diploma e meu álbum de fotos

Decisões dissimílimas de serem tomadas, não sei se me arrependeria mas agi de coração.
Percebi que sou assim, totalmente emocional. Todas as peças eu escolhi por me trazem alguma lembrança de alguém que eu amo.

É isso, se tu curtiu a ideia faz o teu também.

FUI.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Liberdade.

Será que realmente somos livres?
Ontem fui dormir com isso na cabeça e cheguei a conclusão que, pelo menos eu, não sou livre.
Não sou e nem serei livre economicamente, pois sempre terei que depender de algo maior pra me sustentar.
Não sou livre para expressar de fato minha opinião, já que quando o faço pareço um alien para o resto do grupo.
Não livre de rótulos. Não sou livre de alguns preconceitos.
Não sou livre das minhas próprias amarras e vontades.
Não sou livre nesse mundo que me impõe tantas estruturas.
Resumindo e concluindo não sou livre de mim. Posso de cancelado muitos pensamentos que me prendiam a algo que não sou, mas totalmente livre também não me considero.


FUI.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Preguiça de pessoas.

As vezes me bate uma preguiça (sempre, na verdade), mas a pior preguiça que pode me abater é a preguiça de pessoas. Pode até ser pessoas que eu gosto, mas me dá.
Eu como pessoa, sei. Tenho preguiça, inclusive, de mim e dos meus dramas desnecessários, imagina dos outros.
Não sei se é maluquice minha, mas isso é uma característica. Nem é por mal, e garanto que tu também deve pensar um pouco assim :/
Minha maior preguiça é de discutir com pessoas que não valem a pena. Pessoas burras, mesmo.
As pessoas não conseguem digerir uma opinião adversa a sua (me incluo, mas as vezes), mas o pior é quando o fato está comprovado e a pessoa não aceita.
Na verdade, também tenho preguiça de cumprimentar algumas pessoas. Chega a ser constrangedor, mas pense comigo: Tu tá caminhando pela rua e de repente surge um ser que tu não há muito tempo, vocês se cumprimentam. Ai a outra pessoa te pergunta "como vai?", tu vai responder "tudo bem!". Mesmo que minutos antes, tua casa tenha prendido fogo, tu descobriu que está doente... Enfim, mesmo que esteja no pior momento da tua vida. Até por que tu também não quer saber da vida da outra pessoa.
Também não gosto que sentem do meu lado do ônibus, sempre vai ter algum acontecimento que a pessoa vai utilizar para "puxar" conversa, não tenho paciência.
Ter preguiça das pessoas é natural, desde que não te torne um exilado da sociedade :P
Eu, admito,  sou preguiçosa também pra  muitas outras coisas e muitos tipos de pessoas e tu?

Ps.: Meus amigos/ colegas não tenho preguiça de vocês :P



FUI.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Ansiedade.


Ansiedade, essa palavrinha que significa:

sf (lat anxietate) 1 Aflição, angústia, ânsia. 2 Psicol Atitude emotiva concernente ao futuro e que se caracteriza por alternativas de medo e esperança; medo vago adquirido especialmente por generalização de estímulos. 3Desejo ardente ou veemente. 4 Impaciência, insofrimento, sofreguidão.
(retirado do Dicionário Michaelis online: aqui)

Mas além desse monte de coisa, para quem sofre desse mal é quase uma cruz. Quase não, é um peso debruçado em nossos ombros, sim eu sofro disso. E é algo que me acompanha há muito tempo.

Poo e é muito  legal quando alguém te diz pra se acalmar, mas não é simplesmente isso, o sistema nervoso não vai processar isso de um minuto para o outro. A carga de adrenalina quando algo nos perturba é muito maior do que a vontade de simplesmente de se acalmar. Isso é muito tri, tu tenta te acalmar e fica nervoso por não conseguir imediatamente. Show de bola (y).

Creio que a ansiedade é a coisa mais legal  do mundo, a partir dela se acarreta um turbilhão de outras doenças.
Bacana mesmo é saber que o psicológico está tão conturbado que acaba afetando o físico. Também é show quando outra pessoa te aponta o dedo dizendo que tudo isso é frescura de gente rica.

As pessoas não tem noção de que boa parte das pessoas sofrem de ansiedade, em graus diferenciados. As razões são infinitas, a gente apenas sofre em um grau mais elevado.
Enfim, é muito bom carregar este carma psicológico consigo e ainda ter que aguentar a zueira dos outros.

Meu sarcasmo faz parte da minha personalidade ansiosa. As oscilações de humor também ;)

FUI.



terça-feira, 15 de outubro de 2013

Feliz dia do Professor

Hoje é um dia especial. Hoje é dia do incentivador, do amigo, do conselheiro, do mestre, hoje é dia do Professor.
Hoje meus parabéns vão para todos aqueles que de alguma maneira me tornaram o que eu sou hoje, foram e são minhas inspirações para ser uma boa professora, bem como aqueles que me ensinaram o que eu não quero ser.
Hoje meus parabéns vão para aqueles que caminham em busca de uma sociedade melhor, que se ajusta conforme as condições insalubres da educação brasileira, mas não deixa a peteca cair. Não desanima.
Hoje é um dia comemorativo, sim, pois somos uma parte que acredita no futuro, que vislumbra uma educação de qualidade e uma sociedade justa.
Hoje, eu quero agradecer também. Agradecer à Deus, pela profissão que eu escolhi. Pois assim, como meus professores eu acredito. Acredito que a educação possa melhorar.
Hoje eu parabenizo meus colegas pela coragem de encarar essa tarefa nada fácil.
Hoje, nesse dia tão especial e feliz, pois é meu primeiro dia do Professor com meu tão sonhado diploma na mão, eu dedico àqueles que fazem desse mundo um lugar melhor (mesmo que não totalmente).

Obrigada meus colegas e meus mestres.
Então Feliz dia do "precisa copiar?", "quantas linhas eu deixo?", "pode ser em dupla?", "vale nota?"...
Enfim, feliz dia do Professor!

Fui.

domingo, 6 de outubro de 2013

Tempo de mudanças.

Tantas coisas me incomodam nesse meu mundo, mas tantas outras me alegram, me fascinam, me encantam. Na verdade, não podemos nos abater com as tragédias da vida e sim, devemos lutar por mudanças.
Eu sei, reclamo muito, mas esse é o objetivo deste espaço. Eu viver reclamando? Não. Expor minha opinião sobre tudo. Tudo.
Neste momento me encontro em processo de mudança. O que é algo muito bom, pelo menos para mim.
Estou amadurecendo (até que enfim \o/), estou aprendendo a me conhecer e a me re-conhecer, aprendendo a ser o tipo de pessoa que eu sempre quis ser. Estou olhando para o futuro (mesmo que um pouco distante), mas acima disso estou olhando pra mim mesma.
Tenho aspectos muito feios, mas também tenho meu lado bom, como qualquer um.
Mudanças são sempre bem vindas, apesar de assustadoras.
Quanto mais cor, melhor, afinal é primavera. E que com ela venha mais mudanças.

FUI.